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Jornais–hambúrguer versus qualidade
Os pessimistas me aborrecem. Fazem, como dizia Oduvaldo Viana Filho, “do medo de viver um espetáculo de coragem.” Vivem de mal com a vida. Estão sempre em posição de combate. Não olham para frente. São homens e mulheres de retrovisor. À semelhança de Quixote, vivem lutando contra moinhos de vento. Falta-lhes equilíbrio, serenidade e bom senso.
O fascínio do jornalismo
As virtudes e as fraquezas dos jornais não são recatadas. Registram-nas fielmente os sensíveis radares da opinião pública. Precisamos, por isso, derrubar inúmeros mitos que conspiram contra a credibilidade dos jornais. Um deles, talvez o mais resistente, é o dogma da objetividade absoluta. Transmite, num pomposo tom de verdade, a falsa certeza da neutralidade jornalística. Só que essa separação radical entre fatos e interpretações simplesmente não existe. É uma bobagem.
Primero, periodista; después, digital
¿Qué distinguirá al emergente periodista digital de sus compañeros de los medios más tradicionales? Sencillamente, los métodos y las técnicas, pero no el objetivo: la práctica de un periodismo honesto, al servicio de la sociedad y de la verdad, basado en hechos y no en rumores, y que transmite con claridad todos los mensajes que los ciudadanos necesitan saber.
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